"Aquilo que não nos destrói, fortalece-nos"
Friedrich Nietzsche

26.8.10

Mosca morta não fingida

Relativamente ao post anterior, fui cruel, deixei a dita sofrer até que sucumbiu para todo o sempre.

Em cima da secretária, fartou-se de fazer piões, tal era o entusiasmo e a velocidade que acabou por cair de uma altura de 1 metro (medido a olho), as consequências aparentemente não foram graves pois o malabarismo continuava, até que passado algum tempo, não posso precisar quanto, tudo tinha acabado, ainda pensei que estava a fingir mas não, confirmava-se “era uma vez uma mosca”.

Foi uma pequena vingança, por todas as vezes em que estou deitada na minha cama e assim do nada surge uma, que não respeita o meu descanso, e fica ali a atormentar-me.

5 comentários:

Jojozinha disse...

hahahah
só tu para dares esta importância toda à morte da dita cuja...

aa disse...

Dessas não tenho 'pena' nenhuma...lol Bem pelo contrário, detesto moscas... só servem para incomodar...
Gostei dessa tua vingançazinha:)))
Beijos,
AA

izzie disse...

Lá está...
Nessas noites são elas que se riem do nosso esbracejar.
Ontem foste tu que disfrutaste dos piões :)

Beijinho,

Rita G. disse...

Pobre mosquinha!:) hihi!! Bj

Pinkk Candy disse...

por aqui o problema são os mosquitos, quem me dera que morressem todos! para abrir uma janela à noite tenho sempre de ligar aquele aparelinho eléctrico, se não é só picadas, e mesmo assim já ando toda picada...

kiss

:)